terça-feira, 2 de novembro de 2010

GOOGLE Vs MICROSOFT


O Google entrou com uma ação na Justiça americana alegando que a Microsoft está sendo favorecida nos processos de seleção de empresas que fornecem serviços ao governo dos Estados Unidos.
Segundo o jornal americano "Los Angeles Times", a decisão do Google se enquadra na estratégia da empresa de aumentar sua presença nos negócios de software para escritório, setor dominado pelo Microsoft.
Contas de e-mail

A empresa denunciou que o Departamento de Interior excluiu a oferta do Google para administrar as contas de e-mail de seus 88 mil funcionários, sem levá-la em consideração. O contrato em disputa era de US$ 59 milhões e tinha cinco anos de duração.
Conforme a documentação apresentada pelo Google, o governo americano indicou que, para substituir seu antigo sistema de e-mail, só consideraria softwares da Microsoft.
"Baseado em uma avaliação de risco e em uma pesquisa de mercado, o sistema da Microsoft é o único produto comercial que satisfaz cada requisito definido pelo departamento", disse o relatório.
Em julho passado, o Google apresentou seu novo software de escritório na nuvem – programa que funciona na internet. O Departamento de Interior não respondeu publicamente à denúncia do Google. A companhia alega que, em abril passado, o chefe de tecnologia do departamento, William Corrington, informou que "o caminho a seguir já havia sido escolhido" e que o Google "não teria oportunidade".
Agora nos questionamos, quem tem a razão em toda essa história? O que tem por trás de tudo isso? Quais são os reais interesses?

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Google Indeniza Pedagoga Por danos Morais!


O anonimato permite ainda às pessoas de má fé prejudicarem a outrem de forma muitas vezes humilhantes. Foi o que aconteceu com uma brasileira. Leia na integra esta notícia:

"Depois de ter sido ofendida por mensagens em seu perfil no Orkut, a pedagoga juiz-forense L.P.O. deverá receber, por danos morais, R$ 5.100 do Google Brasil. O processo teve início em julho de 2008.
A conta da usuária no Orkut foi hackeada e passou a exibir conteúdo ofensivo a ela. A decisão é da 10ª Câmara Cível do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais).
A pedagoga acredita que o autor de todas as agressões virtuais é uma pessoa só, apesar de ter empregado uma série de endereços eletrônicos diferentes. Ela relatou que criou diversas contas para substituir as que foram invadidas, mas continuou a sofrer com a ação do hacker, que modificou o perfil que ela possuía para "L.P. fazendo a fila andar" e criou outro chamado "L.P. 100% PCC".
Além da vergonha e do sofrimento, L. afirma que vem sofrendo ameaças por parte de um hacker e que, apesar de suas queixas, não obteve resposta da Google nem quando solicitou a exclusão dos perfis invadidos no Orkut nem quando denunciou perfis falsos que a difamavam.
"Para mim, há a intenção clara e objetiva de manchar minha imagem junto aos meus contatos", declarou L.
A companhia ressaltou que a adesão dos usuários aos termos de uso dos seus serviços (Gmail, Google, Orkut) implica que eles "assumam a responsabilidade por suas próprias comunicações e por quaisquer consequências decorrentes das mesmas". Dessa forma, a culpa é de terceiros, "pois não foi a Google que praticou a conduta que causou constrangimento".
O magistrado da 6ª Vara Cível de Juiz de Fora afirmou que a criação de perfis falsos no Orkut é extremamente simples e somente é possível por causa da garantia de anonimato dada pela Google.
Segundo o desembargador Cabral da Silva, relator, a expressão "fazendo a fila andar" significa "uma sucessão de parceiros, o que denota promiscuidade e mancha a imagem da pessoa a quem se atribui tal comportamento". Da mesma forma, "associar a autora a uma organização criminosa causa-lhe dano à honra", considerou."

sábado, 14 de agosto de 2010

Ética na Computação

Bom pessoal, esta vídeo-reportagem nos traz um exemplo da falta de ética na computação. Bom para que nós, futuros analistas de sistemas e profissionais da computação, não caiamos nos mesmos erros e possamos desempenhar nossas profissões com muita sinceridade e disposição a fazer e possibilitar o que temos de melhor sem se aproveitar das pessoas.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cyberbullying....


     O vídeo mostra de maneira cômica algo que devemos considerar, nos dias atuais, trágico. Tais práticas que deploram a imagem das pessoas, deixando-as com sequelas muitas vezes irreparáveis.



     Rubem Alves fala a respeito da prática do Bullying:

     Folha de São Paulo, Sinapse,  terça-feira, 31 de maio de 2005, Rubem Alves 
 Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho. Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. “Bullying” é o nome dele. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.   

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Operadoras de telefonia descumprem liminar sobre banda larga

Apesar de uma liminar judicial determinar a divulgação ostensiva de que as velocidades ofertadas de acesso à internet não correspondem ao que é efetivamente obtido pelos usuários, as operadoras não vem cumprindo a decisão. Foi o que comunicou à Justiça Federal o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec, ao pedir nova aplicação de multa às empresas.
“As empresas de telefonia fixa também não estão alertando de forma clara e ostensiva nas publicidades televisivas de banda larga que a velocidade ofertada não corresponde à efetivamente prestada, como obriga a liminar em vigor, concedida a pedido do instituto”, diz o Idec. É o segundo alerta. O instituto diz que já denunciara o descumprimento pelas operadoras BrT/Oi, Net e Telefônica ainda em maio.
Desta vez, o Idec informou que o problema persiste nos sites e que nos anúncios televisivos dos serviços Vírtua (Net) e Speedy (Telefônica) a ressalva também não é adequada. As publicidades na tevê do Velox não puderam ser verificadas porque a BrT/Oi não atua no serviço de banda larga em São Paulo e, portanto, não veicula propaganda no estado, onde atua o instituto.
 Por conta disso, o Idec pediu novamente à Justiça a aplicação de multa de R$ 5 mil por dia a cada empresa e a suspensão da comercialização do serviço até que as operadoras se adequem, como prevê a ordem judicial em caso de descumprimento da decisão. O Instituto solicita ainda que as companhias, especialmente a BrT/Oi, demonstrem as suas peças publicitárias nas diversas mídias, para averiguação se a ressalva sobre a velocidade está corretamente indicada.
A verificação do cumprimento – ou da falta dele – foi feita pelo monitoramento dos canais Globo, SBT e o institucional da Net de 30/5 a 2/6 em três períodos cada (das 08h às 10h; das 12h às 14h e das 20h às 22h). Foi assim que constatou o descumprimento da liminar, que obriga alertar que “a velocidade anunciada de acesso e tráfego na internet é a máxima virtual, podendo sofrer variações decorrentes de fatores externos”.
De acordo com a liminar, nas peças publicitárias televisivas a advertência deve permanecer legível durante todo o tempo em que a publicidade é veiculada. “Os comerciais de TV não trazem de maneira ostensiva a informação de que a velocidade ofertada é a nominal máxima, não ficam o tempo todo no ar e, assim, não são suficientes para trazer os esclarecimentos que a decisão judicial propõe”, diz a advogada do Idec, Maíra Feltrin Alves.
A mesma liminar obtida na ação civil pública movida contra as teles e a Anatel garante também aos consumidores o direito de cancelamento do contrato de banda larga sem pagar multa, ainda que durante a vigência de prazo de fidelidade, diante da má qualidade do serviço.
* Com informações do Idec

Este descumprimento da liminar imposta pela Justiça, é um exemplo cara de quebra de ética das empresas de telefonia, porque visando somente um beneficio próprio elas descumprem regras essenciais das regras de mercado que impoe a legislação de propraganda que o IDEC gerencia. É responsabilidade ética de todos não favorecer estas empresas, pois não estaríamos sendo coerentes com a ética.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Represália de ex-funcionário é maior risco para setor de TI

05-03-2010
       Quando o assunto é segurança da informação, os maiores riscos para as empresas são represálias de ex-funcionários e a ausência de recursos adequados para uma preparação adequada. Esta é a conclusão do 12º estudo anual da Ernst & Young sobre Segurança da Informação, realizado em âmbito global. A represália de ex-funcionários contra seus ex-empregadores é o motivo de maior preocupação para 75% dos gerentes de TI.

         A pesquisa, realizada com 1.900 empresários e diretores da área de comunicação de mais de 60 países, inclusive o Brasil, mostra que, dos 75% citados, 42% estão trabalhando para entender melhor os potenciais riscos que esta situação traz e 26% já estão tomando atitudes que possam minimizar a ameaça. Apenas 7% disseram que o risco existia, mas medidas já foram tomadas e o risco foi mitigado. Um terço dos entrevistados afirmou estar "muito preocupado" com essa questão, o maior nível possível na escala apresentada.
"A vingança contra um ex-empregador pode atrapalhar a operação em uma organização. Além disso, os sistemas também costumam ser alvo de roubo de dados. É vital que as companhias façam esse exercício de análise de riscos para identificar suas vulnerabilidades e preparar respostas adequadas", explica Alberto Fávero, sócio de Segurança da Informação e TI da Ernst & Young.

         Uma abordagem estruturada e reproduzível da gestão de riscos é o elemento central de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). 44% dos entrevistados disseram ter um SGSI ou estar implementando, enquanto 32% estão avaliando a possibilidade de adotar uma solução dessa natureza.
O estudo mostrou que a preocupação com a segurança da informação vem aumentando consideravelmente. Quando perguntados como a gestão de riscos no assunto vem sendo tratada pelas empresas, 50% responderam que vem gastando mais verbas, enquanto 39% disseram estar gastando o mesmo, ou de forma constante. Apenas 5% gastaram menos verba no setor (e 6% não responderam a esta pergunta).

       56% dos entrevistados afirmaram que a disponibilidade de recursos apropriados é um desafio grande ou ao menos significativo, um aumento considerável em relação à pesquisa do ano passado, que mostra uma percentual de 48% para a mesma pergunta. Para manutenção do equilíbrio financeiro, cortes serão necessários, e as áreas mais afetadas serão a de pessoal interno (16%) e serviços terceirizados (18%).

           Essa realidade também é válida para o Brasil. Quando perguntados se a organização tem planos de gastar mais, menos ou relativamente o mesmo montante para o próximo ano, os respondentes brasileiros apontaram que o principal foco de investimentos é na melhora da gestão da segurança de informação.

       "Hoje, essa área demanda muito mais investimento do que no passado. As organizações estão correndo para fazer frente às ameaças, mas a área não é imune aos movimentos da economia. Os profissionais de TI terão de aprimorar a eficiência e, ao mesmo tempo, manter os gastos em patamares mínimos", avalia Fávero.

      A preocupação e os gastos maiores são reflexos do número de ataques. Das empresas entrevistadas, 41% notaram um aumento nos ataques externos em seus sistemas, e 25% observaram aumento nos ataques internos - aqueles provocados por seus próprios funcionários, como abuso de privilégios e roubo e venda de informação. No entanto, a maior percentagem é ainda de empresas que não viram alterações nos números de ataques, 44%.
No Brasil, a tendência é similar à observada no restante do mundo: os respondentes brasileiros destacaram aumento das ameaças, sejam elas de origem externa (ataques aos sites, phishing) e também o aumento de ataques internos (roubo de dados, abuso de privilégios, etc).

     A pesquisa revelou que as compliances regulatórias também são prioridade para os líderes de segurança da informação e continuam a ser fator determinante para desenvolvimento do setor.

    Quando perguntados quanto as companhias estavam gastando nos esforços de compliance, 55% dos respondentes disseram que os custos representavam aumentos de moderados a significativos no total de custos de segurança da informação. Apenas 6% planejam gastar menos nos próximos 12 meses nesse aspecto.

   "A regulação do governo e do mercado exige que as organizações adotem uma abordagem mais estruturada", comenta Fávero.

    Devido ao aumento da ocorrência de vazamento de dados, a proteção de informações está na vanguarda das prioridades. Implementar ou aprimorar tecnologias de prevenção a vazamento de dados é a segunda maior prioridade nos próximos 12 meses, destacada por 40% dos respondentes como um dos três temas centrais. "Prevenção a vazamento de dados" é o nome dado à combinação de ferramentas e processos de identificação, monitoramento e proteção de dados e informações sensíveis.

     Entre os brasileiros, as ações de controle mais mencionadas foram o monitoramento de conteúdo por meio de ferramentas de filtragem e utilização de auditorias internas.

    Uma das descobertas mais surpreendentes do estudo em nível global é de como poucas companhias estão criptografando dados dos laptops: apenas 41%. Isso impressiona, dizem os autores, pelo número de brechas que a perda ou roubo de laptops abre na segurança, pela facilidade e acessibilidade às tecnologias necessárias e pelo pequeno impacto ao usuário.

Fonte: 

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Tecnologia e a Evolução do Ser Humano

        
        Através dos tempos, o ser humano vem desenvolvendo sua tecnologia para facilitar sua vida. Desde os mais remotos tempos, vê-se que a busca dessa comodidade impulsionou a espécie humana para desvendar a natureza, suas leis, desenvolver mecanismos, criar métodos, equipamentos, leis, convenções, tudo voltado a trazer-lhe o conforto. 
       É evidente que o salto tecnológico foi acompanhado, primeiramente do choque causado na população, seguida pela adaptação à nova invenção, descoberta ou aperfeiçoamento, passando pela acomodação ao novo recurso, culminando na substituição dessa inovação por outra mais elaborada e que veio suprir novas necessidades humanas, reiniciando todo esse processo. 
       E com o passar do tempo a humanidade percebeu seu avanço tecnológico, seja através de grandes conquistas que serviram para a evolução, caso típico das tecnologias na área da saúde, seja também através da destruição originada, por exemplo, pelos equipamentos de guerra. 
No entanto, apesar de toda a conquista tecnológica que culminou no mundo que vivemos hoje, sentimos que o ser humano continua insatisfeito. A angústia, o medo, a incerteza assolam as esperanças da humanidade em si própria e parece que toda conquista material não é capaz de suprir essa insatisfação. 
          Isso ocorre, porque a humanidade ainda não descobriu o que fazer com todos esses inventos, oriundos de sua capacidade criadora. Claro está que o ser humano continua buscando desenvolver mais a tecnologia, sem no entanto atribuir a essa conquista algo efetivo que possa auxiliar todos os seres humanos e trazer-lhe, de maneira global, aquele conforto que poderia ser fornecido pelo avanço da tecnologia. Claro está, que a tecnologia é voltada para suprir as necessidades de poucos e a insatisfação cresce, na medida que muitos nada têm e poucos tudo possuem. Com exceção, é evidente, da paz, que nenhum deles foi capaz de conquistar. 
      Diante disso, cabe uma indagação; deveríamos abandonar a busca pelo desenvolvimento tecnológico? É evidente que não. Devemos sim aproveitar nossa potencialidade, cada um na sua área de atuação, e continuar desenvolvendo equipamentos, sistemas, tecnologias que possam trazem a todos os seres humanos a oportunidade de se manifestarem melhor e também de terem seus anseios atingidos. Mas, ressalte-se, para toda a humanidade, e não apenas para um grupo seleto. 
          Porém, a humanidade não deve pensar no desenvolvimento tecnológico como seu objetivo final, pois a tecnologia alcançada deve servir de subsídio para o ser humano crescer, evoluir. E quando o ser humano descobrir seu objetivo grandioso, que pode até ser ajudar os seres humanos que ainda não se reconheceram, aí sim a tecnologia também estará em sintonia com esse objetivo, que é servir ao ser humano. Até essa ocasião, o ser humano continuará insatisfeito com a tecnologia, como também com sua ausência, por não se reconhecer como ser humano. Por isso, a maior conquista não está na tecnologia, mas sim no reconhecer-se como ser humano e saber aplicar todo o conhecimento adquirido para o bem da humanidade.

terça-feira, 1 de junho de 2010

IMPACTO DOS COMPUTADORES NA SOCIEDADE - 1997

Vivemos na era do excesso de informação, tudo que nos rodeia é informação ¾ política, esportes, ciência, telefones, educação, TV, tecnologia e computadores…
Tornou-se claro que esta era necessitava de algo com tecnologia voltada para armazenar, qualificar, comparar e exibir as informações em alta velocidade, esta era precisava de COMPUTADORES.
Há pouco tempo o computador entrou na linguagem, na cultura e na vida do brasileiro de todas as classes sociais. Porém, somente uma parcela da população tem acesso contínuo e permanente desta máquina. Em termos de posse, pouco mais de 1% da população do país tem um micro em casa. Esta máquina se instalou como elemento na vida nacional das favelas às novelas ela foi se popularizando, domesticando-se e infiltrando-se nos assuntos do dia-a-dia do cidadão. Esta tecnologia tornou-se tão fenomenal que quando entramos em um supermercado podemos ver ao lado de um liquidificador um computador.
Houveram alterações em várias áreas tais como: bancária, saúde, educação, empresarial, industrial, comercial, trânsito e cultural.
Na área bancária a movimentação de dinheiro, a disponibilidade de informações, os caixas eletrônicos a automatização das tarefas cresceram de maneira assustadora. Porém, este crescimento foi muito rápido e algumas camadas, ou a maioria, da população não estava e nem está adaptada para lidar com softwares complexos e tanta tecnologia.
A saúde consegue, através desta tecnologia, prever doenças antes mesmo delas ocorrerem e diagnosticá-las de forma mais clara e precisa. Os médicos se comunicam entre si muito mais rápido usando as redes de computadores.
A revolução desta tecnologia atingiu a vida das crianças tanto na escola como em casa gerando uma grande discussão : "O computador pode ser usado no aprendizado de crianças de 1° e 2° graus ? ". As crianças deixam de se relacionar com outras crianças, limitam o seu espaço de brincadeiras à frente do computador, o aspecto "criança tem que brincar" perde-se em meio a tantos jogos e as maravilhas que a Internet proporciona. Porém, o raciocínio torna-se mais rápido e perceptivo. Se a criança sabe diferenciar a hora de brincar da hora de viver e acima de tudo não "viciar" os computadores devem ser aliados dos pais e professores na hora de educar.
As empresas tem cada vez mais adotado os computadores em sua realidade tanto para obtenção de seu lucro como para satisfação total do cliente. Em algumas lojas já é possível comprar e receber o seu carnê de prestações no mesmo instante, assim como o seu cartão de crédito. Qualidade de serviços e atendimento personalizado são características que agradam o cliente e que só foram possíveis depois que o computador ingressou nesta área.
A maior inovação que os computadores trouxeram para os setores comerciais e industriais foi o uso de redes de computadores as quais viabilizam o uso de recursos remotos, fornecem um meio de comunicação entre pessoas dispersas geograficamente, a possibilidade e facilidade de acesso e o compartilhamento de informações.
Até mesmo o trânsito de grandes avenidas, o tráfego de trens e metrôs é controlado por esta nova e surpreendente tecnologia. Softwares foram criados para que as pessoas não se percam em grandes cidades e até mesmo softwares que auxiliam no controle de trilhos e na prestação de serviços (área de entrega de mercadorias).
No século passado o maior impacto sofrido foi a invenção das fábricas, a qual somou elementos humanos e elementos mecânicos para produzir bens em quantidades impensáveis, o mundo começava então, a viver a era da linha de montagem. Hoje, às vésperas da virada do século o americano Warren Bennis (autor de livros sobre negócios) diz que: " a fábrica do futuro terá apenas dois empregados ¾ um homem e um cachorro. A função do homem será alimentar o cão. A do animal impedir o homem de tocar no computador".
Se esta fábrica do futuro existir mesmo, "Quem será o homem privilegiado que estará empregado ?" "Quantos e quais serão os desempregados ?" .
O que está ocorrendo hoje em dia é que as indústrias estão cada vez mais procurando mão de obra especializada e desempregando aqueles que estão ultrapassados em seus conhecimentos. " Para onde vão os desprovidos de novas tecnologias ?" "Eles possuem educação suficiente para perceber que o futuro não é só procurar um novo emprego, mas também estudar as novas tecnologias para se tornarem especialistas ?".
O que falta para a população hoje em dia é a educação de procurar estar sempre atualizado nas novas tecnologias e tendências do mercado de trabalho. O que as pessoas necessitam perceber é que o mundo de hoje é muito diferente. Antes a profissão de uma pessoa era passada de geração para geração, hoje em dia aquele que não procura diversificar o conhecimento é um profissional que acabará desempregado.
A máquina foi despida de sua roupagem de mero robô, palavra checa que significa "escravo", para vestir-se de um papel menos servil, e mais polêmico : o de pensar além de fazer.
Silvia de Castro Bertagnolli 1997