Há alguns anos tinha um sonho: ser um grande técnico de informática. Ótimo, o tempo foi passando, fiz outras opções, continuei estudando e conhecendo novas áreas. Voltando para a informática em 2008, não encontrei mais o cargo Técnico em informática nas empresas. Num primeiro instante fiquei apavorado e refletindo que rumos a tecnologia havia tomado. Lendo, pesquisando e me informando e realocando no mercado de trabalho, constatei que a realidade mudara. O técnico de transformou em analista. Analista de TI, analista de Sistemas, Analista de Redes, Analista de Banco de Dados, dentre várias e inúmeras nomeações. Fui mais longe, queria saber onde e porque essa diferença e aos poucos muito me era revelado e as coisas se tornaram mais claras, ou obscureceram tudo, enfim, importante é que: Devido à falta de regulamentação na profissão do setor de tecnologia da informação, cada empresa nomeia e aloca o recurso à sua maneira e como lhe convém.
Muitos diferenciam também pelo aspecto acadêmico e de experiência, ou seja, aquele profissional que tem graduação em determinada área de TI é conhecido como Analista, por outro lado, o profissional que tem apenas e quando digo apenas entenda-se uma carga bem superior que muitos “analistas”, é conhecido como Técnico.
Em outras companhias, profissionais com nenhuma escolaridade acadêmica, contando apenas com a bagagem de experiência de vida e profissional são intitulados Analistas de sistemas ou qualquer segmento de TI que se desejar.
É de se questionar, quando teremos um padrão? Quando teremos base para nos alicerçarmos? Quando haverá nas empresas divisões justas de cargos e salários? Esse último é assunto para uma próxima postagem devido à sua complexidade e peso no mercado de Tecnologia.

Quando penso sobre regulamentação da área penso na burocracia envolvida em processos deste tipo, e burocracia é também lentidão, demora; contudo quando fala-se da área de computação, informatica, e afins... é um setor em gigante expansão no qual mudanças ocorrem em curtos espaços de tempos, de maneira paradoxal a burocracia dos setores responsáveis pela regulamentação.
ResponderExcluirrecentemente tive acesso a algumas mudanças do MEC acerca da definição dos cursos da grande área de informatica, e confesso que fiquei um pouco desapontado, num primeiro momento a definição que se tem é que se pode tudo por todos, cientistas, tecnólogos, engenheiros; pouco se leva em conta o perfil de formação do profissional.
Uma das duvidas q tenho é que o setor de serviços públicos apresenta uma alta demanda de profissionais desta área, como se daria uma melhor escolha destes profissionais ?!?!
além é claro do setor privado e as variações salariais?!?!